domingo, 10 de outubro de 2010

a mitologia das telas de cinema

Bom mesmo é filme que fica, não que passa. Cinema é feira turca, não com linguagem de babel, mas muda. É assim desde antes do falado 'O cantor de Jazz' (mesmo eu achando equívocos barulhentos nesse título, jazz não se canta, escapa). As respirações não se assumem, e as cabeças parecem perder companhia de resto de corpo. Àquelas rígidas circulares ovais junto às poltronas, da-se o nome de público. O famoso público que lustra o brilho dos manequins de filmes. Para essa convivência tão deliquente de uma sala, e especiarias mentais, foram criadas por lá no século XIX pelo Barão Le Dutron, entre cafés e destilados no Procope em Mauparnasse, algumas famosas condições, tais como: